quinta-feira, 25 de novembro de 2010

E aí vem o amor.

E dá uma rasteira no nosso ego imbecil.
O amor.

Que subitamente faz com que a gente ame alguma coisa, alguém, que é um

não-eu.
Não é a mamãe, nem o papai, vovó, titio, filhinho.
É outra pessoa.

De outra família, outro lugar, que tem outra história. Muitas vezes, é até de outro sexo.


E amamos esta pessoa sem saber como ou por quê.


Porque o amor não é verbo que a gente conjuga na primeira pessoa de forma
racional, amor é verbo que faz da gente objeto.


O amor acontece.


E só quem aprende, entende, exercita o amor sabe que sua potência, sua imensidão.


Quem nunca amou, pode achar que sabe mas não sabe.


Amor é único, não parece com nada.

(  R. ♥

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