E aí vem o amor.
E dá uma rasteira no nosso ego imbecil.
O amor.
Que subitamente faz com que a gente ame alguma coisa, alguém, que é um
não-eu.
Não é a mamãe, nem o papai, vovó, titio, filhinho.
É outra pessoa.
De outra família, outro lugar, que tem outra história. Muitas vezes, é até de outro sexo.
E amamos esta pessoa sem saber como ou por quê.
Porque o amor não é verbo que a gente conjuga na primeira pessoa de forma
racional, amor é verbo que faz da gente objeto.
O amor acontece.
E só quem aprende, entende, exercita o amor sabe que sua potência, sua imensidão.
Quem nunca amou, pode achar que sabe mas não sabe.
Amor é único, não parece com nada.
( R. ♥
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